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História - Silveiras

Os indícios de presença humana no território da atual Freguesia de Silveiras remontam, pelo menos, ao período Neolítico. Dessa época longínqua ficaram-nos como testemunhos diversos monumentos megalíticos tais como o Cromeleque dos Cuncos, Menir do Courela do Guita, classificado como Monumento Nacional (Decreto nº 735/74, de 21 de Dezembro), Anta da Horta da Rabasqueira, Antas da Sobreira e Recinto do Sideral.

Do período romano subsistiram alguns vestígios, porventura de pequenos casais agrícolas. Existem, ainda, referências a antigas zonas de mineração que remontam, possivelmente, à época romana.

A localidade de Silveiras terá nascido a partir das “Vendas” das Silveiras que se foram desenvolvendo junto à antiga Estrada Real, atual N4, por onde a Corte, sediada em Lisboa, comunicava com todo o Alentejo.

O território de Silveiras pertenceu à freguesia de Cabrela, a qual se estendia por uma área de 314 Km2 mas o seu crescimento demográfico em conjunto com outros condicionalismos geográficos, económicos e administrativos e as justas aspirações das populações em poderem ter um órgão representativo de proximidade, deram origem à sua instituição como freguesia, a 22 de Janeiro de 1988.

Atualmente a freguesia tem uma área de108 km² e inclui, no seu território, as extintas freguesias de Santo Aleixo e Safira.

Na antiga freguesia de Santo Aleixo podemos observar as ruinas da igreja homónima que remonta ao primeiro terço do séc. XVI. Na capela-mor de Santo Aleixo ainda restam alguns vestígios do que outrora foi um retábulo com pintura a fresco quinhentista de elevado valor artístico, o qual se divide em três painéis alusivos à vida do Santo Padroeiro.

Da extinta freguesia de Nossa Senhora da Natividade de Safira, que até ao virar da segunda metade do Séc. XX terá tido uma população considerável, subsistem apenas as imponentes ruínas da igreja edificada no séc. XV e ampliada no séc. XVI. Subsiste o casario e a antiga taberna, hoje completamente abandonados, e o cemitério. Safira chegou a ser freguesia condal de 1886 (data em que foi criado o titulo de Visconde de Safira para conferir o grau de nobreza ao latifundiário montemorense Augusto Dâmaso Miguéns da Silva Ramalho Ferreira de Pina Ribeiro de Gomide, elevado a conde em 1906).



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